sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Pecados Escondidos:Lições de Uma Batalha Perdida

A chegada de Israel deixou os povos da região com medo. Os escravos que saíram do Egito 40 anos antes estavam reduzindo a nada todos os reis e exércitos que ousavam desafiá-los. Agora, esta grande ameaça chegou na terra de Canaã. Chegaram à terra conduzidos por Josué, o líder escolhido pelo próprio Deus. Entraram por um milagre. Quando os sacerdotes chegaram à beira do rio Jordão, as águas pararam e o povo atravessou em terra seca. Uma vez que entraram na terra, os israelitas esperaram antes de começar suas conquistas. Primeiro, eles se dedicaram ao Senhor através da circuncisão. Depois, participaram da Páscoa, uma festa de grande importância. Leia os detalhes nos primeiros cinco capítulos do livro de Josué.
A batalha contra Jericó (Josué 6)


O  povo de Israel, guiado por Deus, iniciou uma série de batalhas, atacando a   cidade de Jericó. Era uma cidade grande e bem fortificada, e a estratégia  usada por Josué não fazia nenhum sentido em termos militares. Mas, quando o povo obedeceu a Deus e marchou ao redor da cidade 13 vezes, tocou as trombetas e gritou, as muralhas da cidade caíram. Eles tomaram a cidade com facilidade inédita, e os habitantes das outras cidades da terra ficaram aterrorizados.
A batalha contra Ai (Josué 7:1-12)

A cidade de Ai, o segundo alvo do exército israelita, seria uma vitória fácil. Espiaram  a cidade e a acharam fraca e pequena. Josué mandou apenas 3.000 soldados,   esperando uma vitória rápida. Ninguém acreditou quando os cidadãos de Ai se defenderam. Os soldados de Israel viraram as costas e fugiram. 36 homens morreram na batalha, e o povo de Israel foi totalmente abalado pela derrota inesperada.

Josué e os anciãos de Israel buscaram uma explicação de Deus. Não era somente o povo que foi envergonhado pelo inimigo, Josué afirmou, mas o próprio nome de Deus seria blasfemado pelos inimigos. A resposta de Deus foi rápida e direta: Israel pecou e, por isso, perdeu a batalha. Mais ainda, Deus prometeu que continuariam perdendo suas batalhas enquanto o pecado continuasse no meio do povo.
O pecado descoberto e removido (Josué 7:13-26)

Deus ordenou que Josué convocasse o povo, no dia seguinte, para descobrir o  pecador no seu meio. Acã, um dos soldados da tribo de Judá, havia desrespeitado a palavra de Deus durante a batalha de Jericó (veja Josué 6:18-19). Em vez de destruir as coisas proibidas e entregar os metais preciosos para o tesouro de Deus, ele levou algumas coisas para a tenda dele. Acã escondeu uma capa babilônica, um pouco mais de 2 kg de prata e cerca de 500 gramas de ouro. A conseqüência era gravíssima. Além dos 36 homens mortos na batalha, Acã, toda a sua família e todas as suas posses foram destruídas.
A segunda batalha contra Ai (Josué 8)

Uma vez que o pecado foi removido, o exército de Israel voltou à batalha. A segunda batalha foi bem diferente. Deus acompanhou o povo e entregou aquela cidade, com todos os seus 12.000 moradores, nas mãos dos israelitas. Por meio dessas duas batalhas, Deus deixou bem claro que as conquistas em Canaã não seriam alcançadas por causa da força militar do povo, mas através da fidelidade espiritual. Deus entregaria os inimigos aos israelitas fiéis, ou entregaria os israelitas infiéis aos inimigos. Tudo dependia da obediência do povo.
Lições para nós

A derrota de Israel em Ai serve como um exemplo importante para nós. O pecado  escondido de uma pessoa custou dúzias de vidas e ameaçou o bem-estar de uma   nação inteira. Considere estas lições:
ŒA importância da obediência. Podemos imaginar Acã ou outros israelitas tentando justificar seu pecado. Um pouco de ouro ou prata faz mal? Tem alguma coisa errada em possuir uma capa importada? O problema não está na coisa em si, mas no fato que Deus havia proibido que os israelitas tomassem qualquer coisa de Jericó.

Hoje, pode ser que você não entenda o porquê de algumas regras que Deus nos deu. Faz mal satisfazer algum determinado desejo da carne? Tem problema em tomar uma cervejinha de vez em quando? Prejudica alguém assistir filmes com cenas de sexo? Faz mal alugar fitas pornográficas ou comprar revistas pornográficas? Por que não furtar um pouquinho de dinheiro quando ninguém sentirá falta? Uma mentirinha de vez em quando vai causar problemas? Tais coisas foram proibidas porque Deus falou. Mesmo se não entendermos os motivos dele, devemos respeitar as suas regras (1 João 3:3-10).
 O perigo do pecado escondido. Muitas pessoas pensam que o pecado oculto não prejudica ninguém. O caso de Acã mostra que o pecado escondido pode prejudicar muitas pessoas. Acã conseguiu esconder seu pecado de todos, mas Deus o viu (veja Hebreus 4:13 e Efésios 5:11-13). Pense sobre algumas conseqüências do pecado oculto:

·         O pecado escondido tormenta a consciência. A criança com a consciência pesada treme quando os pais a chamam. Provérbios 28:1 diz que o pecador reage da mesma forma: "Fogem os perversos, sem que ninguém os persiga; mas o justo é intrépido como o leão." 
·         O pecado oculto pode trazer conseqüências terríveis. Por causa do pecado de Acã, 36 famílias enterraram seus filhos, pais e maridos. O povo foi envergonhado, perdendo uma batalha para um inimigo fraco. Será que outras pessoas, até entes queridos, sofrerão por causa do seu pecado escondido? Será que seu erro oculto levará outras pessoas à morte? Um exemplo mostrará que tais conseqüências são possíveis hoje em dia: Quantas mulheres inocentes têm morrido de AIDS por causa do pecado "escondido" do próprio marido?
·         A iniqüidade escondida destrói o espírito. Considere três versículos do  Novo Testamento. Tiago 4:1 fala sobre os "prazeres que militam na vossa carne". É linguagem de guerra, que implica a possibilidade de perder e morrer. 1 Pedro 2:11 explica melhor quando cita "Paixões carnais, que fazem guerra contra a alma". Quando deixamos os desejos da carne dominar as nossas vidas, estamos destruindo a própria espiritualidade. Hebreus 12:17 mostra que podemos ficar tão cauterizados no pecado a ponto de não conseguirmos voltar, arrependidos, para Deus.

Como devemos lidar com pecados escondidos?
As Escrituras mostram a necessidade de certas atitudes para se livrar do erro  oculto. Considere estes princípios bíblicos e faça as mudanças necessárias na sua   própria vida:

ŒTem que parar de se enganar e reconhecer que o seu pecado escondido está errado. Uma das defesas mais antigas do pecador é de negar o fato do pecado. Se você consegue se persuadir que seu hábito não é pecaminoso, a consciência não vai doer tanto. Mas o padrão que define o pecado é a palavra de Deus, não os desejos e opiniões do homem: "... o pecado é a transgressão da lei" (1 João 3:4).  "Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte" (Provérbios 14:12). Podemos fechar os olhos à verdade e recusar ouvir a palavra de Deus, mas tal rebeldia não mudará nem um "i" da verdade revelada. "O que desvia os ouvidos de ouvir a lei, até a sua oração será abominável" (Provérbios 28:9).

É necessário arrepender-se. O homem procura maneiras suaves de tratar o problema do pecado, mas Deus não as aceita. Ele exige o arrependimento verdadeiro, nascido da tristeza segundo Deus (2 Coríntios 7:10). "O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia" (Provérbios 28:13). Para ficar livres do pecado, temos que deixá-lo
.
Ž Precisa pedir perdão a Deus. O perdão divino é condicionado na confissão do pecador. João escreveu para cristãos que, como todos, tinham seus defeitos. Mas ele não minimizou o problema do pecado. "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça" (1 João 1:9; veja, também, Atos 8:20-23).

Se não consegue vencer o pecado sozinho, procure a ajuda de alguém. O Diabo utiliza bem a vergonha do ser humano. A tendência é de pensar assim: "Não posso falar com ninguém, porque outras pessoas vão pensar mal de mim, perder respeito por mim, ou falar para todo mundo sobre o meu problema." É normal sentir vergonha quando revelamos nossas fraquezas e pecados a outros. Quando nos abrimos, tornamos vulneráveis e sentimos desprotegidos. Mas, não seria melhor arriscar a vergonha agora do que passar eternidade banido da presença de Deus (2 Tessalonicenses 1:7-8). Se você não consegue se livrar dos seus hábitos pecaminosos sozinho, peça ajuda. Tiago 5:16 mostra que confessamos nossos pecados a outros porque queremos ser curados: "Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo." No mesmo contexto (5:14), Tiago diz que os doentes (a mesma palavra, usada outras vezes no Novo Testamento, se refere a pessoas espiritualmente doentes) devem chamar os presbíteros da igreja, os homens responsáveis por instruir e corrigir os cristãos.

Entenda que, mesmo depois de ser perdoada pelos pecados do passado, uma pessoa pode sofrer conseqüências do erro. Davi se arrependeu e foi perdoado depois de cometer adultério e matar o marido da amante (2 Samuel 12:13-14), mas ainda perdeu o filho que nasceu e, depois, mais três filhos. Hoje em dia, há pessoas que morrem de câncer porque fumavam escondidas. Algumas pessoas que nunca revelaram seus problemas com bebidas alcoólicas sofrem, depois, de doenças do fígado. A fornicação e o adultério são desobertos, em alguns casos, por causa de gravidez ou doenças sexualmente transmitidas. Muitas vezes, essas conseqüências vêm depois da pessoa se arrepender e ser perdoada.
Conclusão: dominando o pecado


Quando a oferta de Caim foi rejeitada por Deus, ele ficou irado. Deus falou com ele,  e o avisou da mesma batalha que acontece na vida de cada um de nós: "Se   procederes bem, não é certo que serás aceito? Se, todavia, procederes mal, eis que o pecado jaz à porta; o seu desejo será contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo" (Gênesis 4:7). Sabemos o que Caim fez quando enfrentou esse desafio. Nós, pela graça de Deus, podemos fazer melhor (Romanos 6:12-14; Colossenses 3:1-3; Hebreus 2:18). Que Deus nos abençoe e nos ajude na batalha contra o pecado.

A PREGAÇÃO DE JOÃO BATISTA - Mateus 3.1-7

Mateus, como os demais evangelistas, silencia sobre o intervalo de vida do Senhor Jesus, compreendido entre sua infância até aos 30 anos. A não ser Lucas, que narra o episódio da ida ao templo com seus pais, aos 12 anos de
idade, numa das festas dos judeus, nada mais sabemos sobre o que decorreu em todo este tempo, de pelo menos 18 anos. Podemos supor que, sendo ele, Jesus, ser humano, mas também divino, como o vemos declarar no encontro que teve com os doutores no templo, esse tempo foi todo de preparo íntimo e pessoal dele para a obra que estaria por realizar e que iniciaria no momento aprazado pelo Senhor Deus desde o princípio do mundo.

Este tempo completou-se com a chegada de João, primo de Jesus, pouco mais velho do que ele, sendo então o precursor, o porta-voz, o anunciador das boas-novas para o mundo. Enquanto de Cristo nada se sabe nesse tempo de
sua infância e juventude, de João também pouco se sabe, a não ser aquilo que os estudiosos deduzem de sua pregação. Ele deve ter passado boa parte de sua
vida entre os essênios, grupo asceta e tradicionalista do judaísmo, que, não contente com os desvios que percebia na religião oficial presente no templo em Jerusalém, teria saído da cidade e, indo para a região ao sul da capital da província, junto ao Mar Morto, o chamado deserto da Judéia, ali se radicara,
acolhendo muitos simpatizantes. Pregavam a mudança de vida, o afastamento das coisas materiais, a antidade no procedimento, tendo o batismo dos novos acólitos como a evidência da conversão. Nessa região, identificada hoje como a de Quinram, é que foram descobertos os célebres "manuscritos do Mar Morto", relíquias deixadas pelos essênios em esconderijos nas cavernas da região. A finalidade disto era para preservar os textos sagrados da fúria romana, que nos anos 70, depois de destruir Jerusalém, chega a Masada, bem próximo dali, para destroçar o último reduto dos rebeldes judeus. É dali que: "Naqueles dias apareceu João, o Batista, pregando no deserto da Judéia." Mt 3.1
Interessante que ele foi pregar no deserto. Não foi para a cidade ao encontro das pessoas. As pessoas é que iam ao deserto ouvi-lo. O poder de sua palavra e a unção com que falava vai abrir o caminho para Cristo.

Senhor, que eu tenha o que dizer aos que estão ao meu redor.
Que o meu testemunho atraia os meus amigos para Cristo.

 
 
Pr. ALMIR DOS SANTOS GONÇALVES JR

As Obras da Carne - O Inimigo Interior


O tempo parece ser propício para o bom sentimento religioso. Há um espírito de alegria, a mensagem é animadora. E contra isso em si não temos queixa. O evangelho é uma mensagem bem positiva. É uma mensagem de salvação e de redenção ¬ uma palavra de graça e de alegria. Mas não é uma graça barata, nem uma alegria fácil. E é exatamente aqui que me encontro ansioso com o espírito religioso de nossos dias ¬ um espírito que embrulha e vende o "evangelho" como se faz com óleo de cobra, um remédio de charlatão de rápida ação, que cura tudo e nada exige. Como certa vez observou C. S. Lewis, o evangelho no final das contas é bastante confortador, mas não se inicia assim. A palavra de Cristo no começo nos desfaz em pedaços num desmascarar doloroso de nossos pecados (veja Romanos 13), depois com amor e cuidado nos torna inteiros de novo (Salmos 51:8). O evangelho é livre, mas não é fácil. Não há nascimento sem dores de parto, não há liberdade sem disciplina, não há vida sem morte, não há "sim" sem "não". É nesse espírito que se escolheu o tema desta palavra. Não para levantar um eterno "Não", mas para reconhecer que a vida em Cristo tem inimigos mortais que têm que ser resistidos sem compromisso.






O que Paulo quer dizer com a "carne"? Será que os homens receberam duas naturezas na criação ¬ uma má e outra boa? Ou será que pelo pecado de Adão entrou no homem alguma perversidade profundamente arraigada? A resposta a essas duas perguntas é um inequívoco "não". Quando Deus criou o homem, este foi declarado completamente "bom" (Gênesis 1:31). Todo homem que pecou desde Adão até os nossos dias não o fez por necessidade, mas por livre escolha. Os homens pecam porque querem (Eclesiastes7:29). Não somos espirituais nem carnais por natureza, mas somos capazes das duas coisas, e, como seres humanos, temos de escolher entre esses dois caminhos e nos responsabilizar por nossa escolha.






Embora Paulo às vezes use "carne" (sarx) em referência ao corpo físico (Romanos 2:28) ou ao aspecto humano (Romanos 3:20), a palavra significa muito mais do que isso em Gálatas 5:16-24. O corpo pode tornar-se um instrumento da glória de Deus (Romanos 12:1; 1 Coríntios 6:20), mas a "carne" não (Romanos 8:5-8). O corpo pode ser redimido e transformado (Romaos 8:23; Filipenses 3:21), mas a "carne" deve morrer (Gálatas 5:24).






A "carne" que milita contra o Espírito não é a mente ou o intelecto, pois a mente, como o corpo, pode ser transformada e renovada, treinada para servir aos propósitos divinos (Romanos 12:2).






Essa "carne" não é nem a mente nem o corpo em si mesmos, mas uma atitude pela qual o homem opta e que o põe contra Deus. Na "mente carnal", a vontade do homem torna-se suprema. Seus desejos têm que ser atendidos acima de todas as coisas. Estes podem ser as concupiscências da carne ou os desejos da mente (Efésios 2:3), mas serão satisfeitos a qualquer custo. É por isso que "as obras da carne", contra as quais Paulo adverte, abrangem mais que os apetites do corpo. Na realidade, se possível, estes são as menores das enfermidades espirituais. É na mente que escolhemos servir a nós mesmos. É na mente que nos tornamos arrogantes e egoístas e tomamos decisões que desonram o corpo (Romanos 1:24) e escurecem o raciocínio (1:21). Viver em toda obra da carne significa fazer o que eu quero ¬ não simplesmente satisfazer os meus desejos carnais mais baixos, mas atender os desejos do meu ego. O orgulho e a paixão vivem na "carne" em perfeita harmonia.






Precisamos conhecer os nossos inimigos. Os artigos que se seguem nos ajudarão a identificá-los melhor. Não são as pessoas, mas os desejos perversos que procuram roubar o nosso coração de Deus. Existe uma forma racional de enfrentarmos esses adversários ¬ crucificá-los impiedosamente e sem olhar para trás (Gálatas 5:24). Será penoso (1 Pedro 4:1), mas não tanto quanto a perda da eternidade.


**Paul Earnhart

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

MEUS PECADOS

“De que se queixa, pois, o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus pecados". (Lamentações 3:39)


Nesta passagem extraída do belíssimo livro de Lamentações de Jeremias – livro que revela o coração desse notável profeta, e o seus sentimentos para com a nação judaica – nos leva a algo interessante: o pecado traz consequências.

Quando ele pergunta “de que se queixa, pois, o homem vivente?”, os israelitas estavam se queixando do sofrimento que estavam vivendo, das moléstias, derrotas, miséria, consequências do justo juízo de Deus, enfim, males trazidos pela própria mão de Deus. Isso os levava a se queixarem, como se dissessem: por que estou passando isso? Que tempo ruim, que tempo difícil, quanta peste, quanta desgraça, quanta destruição, não aguentamos mais! Entretanto o versículo continua assim: “queixe-se cada um dos seus pecados”. O profeta está ensinando que os sofrimentos foram causados pelos pecados, pela iniquidade dos israelitas, então, ao invés de queixarmo-nos das consequências, Jeremias nos diz para nos queixarmos é do que as trouxe: os pecados.



Mas eu não quero aqui tratar das consequências do pecado e sim do que está no coração de muitos cristãos: a queixa por eles, a insatisfação por tê-los e cometê-los! Quero ilustrar essa passagem com algo assim: se tem algo que eu me incômodo, se tem algo que me fere, que me dói, que é o motivo do meu infortúnio, da minha tristeza... se tem algo que realmente me decepciona, esse algo são os meus pecados.



Quantos cristãos sinceros e idôneos, que tentam viver uma vida santa, pautada nas Escrituras, têm uma vida razoável, muitas vezes até vitoriosa, consistente, feliz, mas, invariavelmente, essa sequência promissora é frustrada quando nos deparamos com nossos pecados, produzindo desânimo, sentimento de culpa, auto-julgamento, incapacidade, decepção... e todos aqueles sonhos que construímos pautados nas Escrituras de sermos cristãos, santos, poderosos, bem sucedidos, desabam na nossa frente por conta de tais pecados, logo vem a nossa queixa: “Oh, esses malditos pecados de novo! Mais uma vez eles estão no meu caminho, que ódio! Por que eles não saem? Por que não os venço?”



Então isso nos deixa loucos, nos faz ficar remoendo em nosso interior e travar uma batalha interna colossal, que envolve nossos sentimentos, mente e até o corpo, ao ponto de quase nos levar à autoflagelação! Ah, malditos pecados! Se pudesse destruí-los, se pudesse estirpá-los cem por cento da minha vida agora, se pudesse dormir e acordar sem vocês, se pudesse não errar, não falhar, não cometer mais nenhum delito e viver o resto da minha vida sem vocês, eu o faria agora!



Davi era um homem que se queixava muito de seus pecados – o livro de Salmos está repleto de suas queixas – uma delas está no Salmo 38.4: “Pois já as minhas iniquidades sobrepassam a minha cabeça; como carga pesada são demais para as minhas forças”. Outra queixa está no Salmo 51.3: “Porque eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim”.



Irmão, eu quero te mostrar o lado bom de tudo isso. À semelhança de Davi, apenas se queixam dos pecados pessoais os homens retos, íntegros e santos, que possuem o Espírito de Deus – só se queixam dos seus pecados os verdadeiros cristãos! Se você tem se incomodado, entristecido, sentido amargura e repulsa, isso tem o lado bom: é sinal que a graça está sobre você! Que o Espírito Santo está atuando na sua vida! É sinal que o pecado te incomoda demais, o que te faz repugná-lo, ainda que você o cometa!





Na vida do apóstolo Paulo era assim: o mal que ele não queria fazer ele o fazia (Rm. 7.19). Esse mal que Paulo dizia está se referindo aos seus pecados, sendo assim, não devemos ficar desanimados, desistir ou decretar uma sentença a nós mesmos, pois vivemos num corpo de pecado, estamos debaixo da lei do pecado. Até sermos glorificados ele fará parte da nossa essência, porém se alegre, se anime, porque se você tem se queixado dos seus pecados, se eles ainda te incomodam e te entristecem é sinal de que Deus está sobre você, é sinal que você não se submeteu a eles, é sinal que mesmo fraco eles não têm domínio sobre você!



O mal estaria se você não se queixasse e nem se entristecesse, ou mesmo, fosse indiferente a eles. Se erga, se levante e peça ajuda a Deus no combate a eles e não permita que tais deslizes, totalmente perdoados no Calvário, te paralizem. Vamos dizer como Davi: “Purifica-me com hissope, e ficarei puro; lava-me, e ficarei mais branco do que a neve. Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que gozem os ossos que tu quebraste”. (Sl. 51.7-8).



Pr. Paulo Junior.

Retirado do site: Defesa do Evangelho.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

“ROMPENDO A ESCRAVIDÃO DO MATERIALISMO”



“Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus. Assim foram alguns de vocês. Mas vocês foram lavados, foram santificados, foram justificados no nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito de nosso Deus.” 1 Co 6.9-11


    Introdução

- O materialismo está presente em todas as pessoas que focalizam o progresso do mundo presente com a intenção de ter, de alguma maneira, um beneficio próprio.

- Muitas pessoas que vivem em função do que tem ou daquilo que desejam ter. Em busca do conforto, da garantia do futuro, do status, da projeção social, do “transito fácil” em qualquer lugar tem o “ganhar dinheiro” como um alvo maior da vida.

- Ter fartura não é condição abominável, pecaminosa, mas ser controlado por ela, sim. Deus quer que seu povo viva livre do apego ao dinheiro. Não deseja que as pessoas fiquem miseráveis por causa da avareza.

- Miserável também é sinônimo de sovina, avarento, o famoso “pão duro” ou “mão de vaca”, aquele que regula tudo até um prato de comida.
- As pessoas mais miseráveis são aquelas possuídas pelo materialismo.
- Catarina de Siena recomendou: Não ame o que você tem de modo que, em vez de possuir as coisas, elas passem a te possuir.
- Lembre-se que ninguém fica materialista, miserável da noite para o dia. Muitas vezes sua condição de vida, seus “calejamentos”, suas lutas de sobrevivência, seu ambiente familiar faz com que você se torne um pouco materialista a cada dia.

- Enquanto você vive, inconsciente ou mesmo consciente vai desenvolvendo atitudes que farão de você um materialista.
 – ALGUNS EXEMPLOS BÍBLICOS, POSITIVOS E NEGATIVOS, RELACIONADOS AO MATERIALISMO.
Negativo:

- Ananias e Safira: At 5.1-11
- O jovem rico: Lc 18.18-23

- Em ambos os casos existia o apego pelo bem material que tinham. Ambos eram escravos da paixão chamada ter e não expressavam nenhum sinal de desprendimento pelo que tinham.
Positivo:

- Barnabé:
 At 4.36,37 – vendeu o que tinha, trouxe o dinheiro e depositou aos pés dos apóstolos.

- A mulher que lavou Jesus: Mc 14.1-9

- Neste dois casos não houve, de nenhuma parte, a permissão para que os valores materiais e terrenos o tirassem do foco daquilo que era essencial para o relacionamento com Deus.

– COMO SE LIVRAR DO MATERIALISMO?
- Eu creio que para você ser o cristão que Deus deseja e ter um relacionamento com Ele e o seu Corpo na maneira que Ele deseja você precisa se livrar do pecado do materialismo.

Apresento algumas dicas para ajudar você a vencer esta barreira e desfrutar plenamente da Presença de Deus:
1 – Não considere seu aquilo que você tem.

- “Ter”
 não é o primeiro pecado dos materialistas mas considerar seu aquilo que tem. Nunca esqueça que tudo vem do Senhor e tudo é para o Senhor.

- O materialismo acontece quando existe uma inversão de valores. Você pensa que o que tem veio do seu esforço e não das mãos de Deus e portanto você tem o direito de usufruir e dominar aquilo que tem.

- Quando isso acontece você perde a noção da realidade e passa a não entender e nem considerar o que o outro pensa.

2 – Coloque sempre em primeiro lugar o Reino de Deus

“Busquem, pois, em primeiro o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas”
 Mt 6.33

- O materialismo patrocina muitos valores falsos. Na verdade promove uma inversão de valores a qual o mundo pós-moderno tenta hoje dizer que está certo.

- O que acontece nessa situação é que as pessoas que pensam assim têm o foco em si mesmas e esquecem que tudo o que acontece diz respeito a deus e não à pessoa em foco.

- O tesouro que Deus deseja que consideremos é interior e espiritual. Diz respeito ao nosso coração e tem há ver com a eternidade.

“Mas acumulem para vocês tesouros nos céus, onde a traác e a ferrugem não destroem, e onde os ladrões não arrombam e nem furtam. Pois onde estiver o seu tesouro, aí também estará o seu coração.”
Mt 6.20,21

3 – Dependa sempre da Graça do Senhor

- A graça é o antídoto do materialismo e não um chamariz que atrai atenção para si mesmo.
 Quando reconhecemos graça enxergamos o nosso pecado e entendemos que nada acontece por nossa causa.

- Seja grato a Deus em tudo e por tudo que acontece na sua vida. Olhe sempre as coisas também do ponto de vista espiritual e encare as vitórias e o sucesso como sendo benção de Deus para alcançar um propósito Dele e não seu.

- Mantenha assim a sua espiritualidade em alta pois o materialismo cresce a medida que sua espiritualidade entra em decadência.

- Nunca deixe de crescer espiritualmente para não perder a visão daquilo que Deus quer de você.
4 – Resista ao pecado da cobiça

- Muitas vezes tocamos tesouros espirituais porque desejamos algo para nós que foi apresentado como algo irrecusável e de sucesso garantido imediato.

- Quando trocamos tesouros espirituais por “bagatelas” dessa vida estamos deixando de lado os sonhos de servirmos a Deus com aquilo que temos.
- Você não pode esquecer-se do lembrete do apostolo Paulo em 1 Co 6.12:
“Tudo me é permitido” mas nem tudo me convém. “Tudo me é permitido”, mas eu não deixarei que nada me domine.”
- Tudo que furta minha visão de Deus não é bom pra mim.
 Não seja um pecador que perdeu o domínio do seu apetite antes viva na plenitude do Espírito e mostrando no dia-a-dia os frutos da Presença Dele na sua vida.

5 – Imite Cristo em tudo o que fizer

“Portanto sejam imitadores de Deus, como filhos amados, e vivam em amor, como também Cristo nos amou e se entregou por nós como oferta e sacrifício de aroma agradável a Deus.”
 Ef 5.1

- Quando Jesus entra em nossas vidas e realmente se torna o centro das nossas atenções você consegue ter o sentimento de que você pode fazer diferença no mundo e viver fora dos padrões que ele oferece.

- Teresa de Lisieux disse que:
 “A chave para lidar com todos os nosso apetites, quer materiais, quer não, é imitar a Cristo.”

- Deixar de imitar a Cristo é entristecer o Espírito Santo de Deus.

- Não se esqueça que você foi comprado pelo sangue de Cristo simplesmente porque Ele te ama.

- Não se esqueça que a vida eterna vale mais que qualquer bem material.

- O domínio de Cristo estabelece o senso de espiritualidade.
 Aceitar o senhorio de Cristo é um passo gigantesco na tentativa de para de amar os bens materiais e valorizar o amor ao nosso Deus.

- Imite Cristo gastando suas energias naquilo que vem de Cristo e que é para Cristo. Cuide das suas atividades. Mantenha sempre o equilíbrio entre sua “alma”e suas atividades.

- Um coração voltado para Cristo é livre para amá-Lo e portanto protegido contra a tentação de se apaixonar por um bem material.
– CONCLUINDO...
- Materialismo é pecado. Pecado que não permitirá que você herde o reino de Deus.

- Livre-se hoje do materialismo e decida viver para o Senhor e cumpra o que Jesus tem proposto para você para que a “sua luz brilhe diante dos homens, a fim de que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês que está nos céus.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Quando os sonhos são adiados


TEXTO: Gn. 30.1-7; 22-25



INTRODUÇÃO:

- Willian Carey disse que o tamanho dos nossos sonhos determina o tamanho do nosso Deus. Os nossos sonhos têm o poder de honrar e exaltar a Deus. Eles são o alimento de nossa alma e a linguagem de nossa esperança.

- O Sonho de Raquel era ter filhos, de Jacó ser livre e viver com sua família e o de José o de ser um grande líder.

I. QUANDO OS SONHOS SÃO ADIADOS:

- Raquel entrou em desespero em virtude de sua esterilidade ao ponto de invejar a sua irmã que tinha filhos.

- Aquilo não era obra do diabo, ainda que ele possa fazer isso, nem era fruto de alguma maldição, ainda que maldições existam e produzam esterilidade.

- A esterilidade de Raquel era uma parte do propósito de Deus. Raquel queria ter filhos, mas Deus queria ter um José.

- Deus cria situações ao nosso derredor para que os nossos sonhos revelem os seus propósitos eternos.

a. Para enterdermos que somente por Deus eles se realizam:

- No decorrer da história, Raquel oferece a empregada ao marido para ter relação, afim de por meio dela formar uma família.

- Mas aquela era apenas estratégia humana e Raquel dava testemunho como sendo de Deus (v.6).

- Raquel continuava descontente e foi buscar a face de Deus, após um tempo o Senhor se lembrou dela (Gn 30:22).

- O sonho adiado deveria nos forçar a buscar mais a Deus e não permitirmos que o tempo os mate.
b. Para sermos qualificados por Deus para sua realização

- A maior lição que o tempo nos ensina é a perseverança.

- O sonho adiado é para nós um teste.

- Se vamos ou não entrar no cumprimento do sonho depende se somos ou não aprovados no teste de Deus (Gn 30.23-24).

c. Para enterdermos que os sonhos de Deus são maiores que os nossos

- Raquel desejava apenas um filho, mas Deus planejava um José.

- José foi o príncipe do Egito e usado por Deus mais tarde para livrar toda a nação e a sua respectiva família da fome e da miséria.

d. Para podermos conhecer os caminhos de Deus

No verso 23 e 24 vemos algumas lições que Raquel aprendeu:• Tudo está no controle de Deus;
• Deus usa os fracos e os pobres, pois o homem não prevalece pela força;

II. SONHO É FRUTO DE QUATRO PRINCÍPIOS
1 – Vem do trabalho (Ec. 9.10)
2 – Ser cheio do Espírito, os velhos sonharão (Jl. 2.28)
3 – Perseverança (Tg. 1.4)
4 – Depende da ação de Deus (Sl. 126. 1-2)
III. Guia do Compartilhamento

 Existe algum sonho que você abriu mão e hoje crê que ele pode se realizar? Compartilhe:

 Qual atitude precisa haver em você hoje para que os sonhos de Deus se cumpram em sua vida?

QUEM SERÁ CONDENADO? QUEM SERÁ SALVO?


Texto: João 3:18

Introdução:
- Qualquer um que tenha um interesse leve nas coisas espirituais quer ir para o céu.

- Você só quer ir, ou você está indo?

- Como podemos saber se estamos indo para o céu ou não?

- Muitas vezes quando se tenta explicar quem vai e quem não vai para o céu, as acusações são feitas de que tal pessoa está julgando os outros.

- É de primordial importância que nós entendemos quem é o Juiz, pois há apenas um (Tiago 4:12).

- Paulo diz: "Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo" (2 Coríntios 5:10).
Não importa o que você ou eu acho. O que importa é o que a Bíblia diz.

- O juízo será feito de acordo com Sua Palavra (João 12:48). Então, o que a palavra de Deus diz? Primeiro de tudo, ela diz que muitos estarão perdidos, enquanto apenas alguns serão salvos (Mateus 7:13-14).

Se quisermos estar entre os salvos, devemos descobrir o que a palavra de Deus diz sobre quem será salvo e quem será condenado.
1. Quem será condenado?

A. Aqueles que não conhecem a Deus serão condenados.

- "e a vós outros, que sois atribulados, alívio juntamente conosco, quando do céu se manifestar o Senhor Jesus com os anjos do seu poder, em chama de fogo, tomando vingança contra os que não conhecem a Deus e contra os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus” (II Tessalonicenses 1:7-8).

- Deus tem dado provas suficientes para a humanidade na Criação que devemos busca-lo (Romanos 1:20, Atos 17:27).

- Se não o buscarmos e não o encontrarmos, estaremos perdidos sem o remédio para nossos pecados (Romanos 6:23).

B. Quem não crer será condenado.

- Jesus disse: "Por isso, eu vos disse que morrereis nos vossos pecados; porque, se não crerdes que EU SOU, morrereis nos vossos pecados" (João 8:24).

- A falta de crer em Jesus fará com que o homem seja eternamente condenado.

- A razão é porque "sem fé é impossível agradar a Deus" (Hebreus 11:6).

C. Aqueles que não obedecerem serão condenados.

- Em continuidade ao ponto aos tessalonicenses sobre a volta de Jesus para castigar, Paulo diz que ele vai retribuir com castigo "em chama de fogo, tomando vingança contra os que não conhecem a Deus e contra os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus” (II Tessalonicenses 1:8).

- A geração de israelitas morreram no deserto e eles são apresentados como um exemplo para nós.

- Nós podemos "cair" como eles caíram, "por seguir o mesmo exemplo de desobediência" (Hebreus 4:11).

D. Aqueles que se voltam para o pecado serão condenados.

- Pedro alertou para a perigosa influência que os falsos mestres poderiam ter sobre os fiéis cristãos.

- "Portanto, se, depois de terem escapado das contaminações do mundo mediante o conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, se deixam enredar de novo e são vencidos, tornou-se o seu último estado pior que o primeiro" (II Pedro 2:20).

- O pior estado implica claramente que aquele que se volta para o pecado será condenado, independentemente de sua salvação antes.

2. Quem será salvo?

A. Aqueles que conhecem a Deus serão salvos.

- Paulo falou "...da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; por amor do qual perdi todas as coisas e as considero como refugo, para ganhar a Cristo e ser achado nele, não tendo justiça própria, que procede de lei, senão a que é mediante a fé em Cristo, a justiça que procede de Deus, baseada na fé; para o conhecer, e o poder da sua ressurreição, e a comunhão dos seus sofrimentos, conformando-me com ele na sua morte; para, de algum modo, alcançar a ressurreição dentre os mortos" (Filipenses 3:8-11).

- Devemos conhecer a Deus e de Seu Filho, a fim de sermos salvos. Este conhecimento deve ser, segundo as Escrituras, não baseado em nossa própria imaginação sobre Ele (João 8:24).

B. Aqueles que creem serão salvos.

"Portanto, tendo sido justificados pela fé, temos paz com Deus por nosso Senhor Jesus Cristo" (Romanos 5:1).

- A fé é essencial para a salvação. Mas devemos ser cuidadosos a respeito de como nós definimos fé.

- É um simples reconhecimento de Cristo e o que Ele tem feito por nossa salvação, ou é algo mais? Observe o próximo ponto.

C. Aqueles que obedecem serão salvos.

- Muitos vão levantar objecções à noção de que a obediência não é necessária para nossa salvação.

- Mas a Bíblia indica claramente que a "fé" não é suficiente, porque "a fé sem obras é morta" (Tiago 2:24,26).

- Ao falar de Cristo, o escritor de Hebreus disse:"E, tendo sido aperfeiçoado, tornou-se a todos os que Lhe obedecem fonte de salvação eterna" (Hebreus 5:9).

- Isso significa fazer tudo o que Ele ordenou, mesmo o ato muitas vezes ridicularizado do batismo (Marcos 16:16; I Pedro 3:21).

D. Aqueles que permanecerem fiéis serão salvos.

- Na carta à igreja de Esmirna, os irmãos foram avisados sobre a perseguição que estava chegando.

- O objetivo da perseguição era levá-los a renunciar a sua fé em Cristo. Mas Jesus esperava que eles se apegassem às suas convicções e não renunciar a sua fé.

- Ele disse: "Sê fiel até a morte, e Eu te darei a coroa da vida" (Apocalipse 2:10).

- Devemos permanecer fiéis ao Senhor, enquanto nós continuamos a viver nesta terra.

Conclusão:


- Depois de considerar o que a palavra de Deus diz, vimos as diferenças entre aqueles que serão condenados e aqueles que serão salvos.

- Em qual grupo você estará no dia do julgamento?

- Se não é o último grupo, porque não fazer o que a Bíblia diz que você precisa fazer para ser salvo?

- A salvação está aberta a todos aqueles que fielmente obedecerem ao Senhor.

- Por que não aceitar suas condições e vir a Ele em Seus próprios termos, para que possa ser salvo no céu com Ele para sempre?